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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Onda de assaltos em Amor preocupa vereador


Álvaro Madureira alertou para onda de assaltos em Amor num curto espaço de tempo. Município desconhecia e presidente da junta desvalorizou.

O vereador da oposição Álvaro Madureira alertou o executivo municipal para uma onda de assaltos que terá ocorrido na freguesia de Amor durante o mês de julho, pedindo medidas por parte da autarquia para acabar com a sensação de insegurança da população.
Segundo o vereador independente, os assaltos e tentativas de assalto ocorreram com recurso à violência, pelo que questionou o presidente de câmara, na reunião do executivo de ontem (terça-feira), se Gonçalo Lopes tinha conhecimento das situações e que medidas o executivo poderia adotar para mitigar estas ocorrências.
"Chegou-me a informação de situações de assaltos e insegurança vividos na freguesia de Amor", começou por dizer Álvaro Madureira, elencando, de seguida, as ocorrências: " A 8 de julho, um assalto a um casal de idosos na rua do rei Lavrador com recurso a violência, a 13 de julho, tentativa de assalto ao Colégio Dinis de Melo; a 13 de julho, tentativa de assalto à CENSOCAPA; a 15 de julho, roubo de carrinha do sr. Leonel que apareceu na Marinha Grande com a embraiagem danificada".
"Há aqui um conjunto de situações de insegurança vivida naquela freguesia que geram este desagrado nas pessoas porque não veem resolução do problema, mesmo informando as autoridades", vincou Álvaro Madureira, apelando a que "haja um reforço adequado" e "eficiente" na "resolução destes problemas de insegurança e de crime", e também para "prevenir eventuais assaltos que se possam efetivar" na altura das férias.
Em resposta, o presidente da Câmara de Leiria diz desconhecer a onda de ocorrências, mostrando-se impotente no que diz respeito ao reforço das forças policiais.
"Vamos perceber junto do Comando (Distrital de Leiria da PSP) qual a dimensão em termos de cuidados a ter. Não podemos fazer muito mais do que isto porque a competência da segurança não é da Câmara Municipal, é do Governo, e como é sabido, não tem existido possibilidade nem abertura para esse reforço policial - com muita pena nossa - porque achamos que é necessário um reforço do contingente concelhio", destacou Gonçalo Lopes, recordando que o município tem "reclamado" o reforço de efetivos para a PSP e GNR.

Presidente da Junta desvaloriza ocorrências
Contactado pelo Diário de Leiria, o presidente da Junta de Freguesia de Amor desvalorizou as ocorrências, destacando que delas não resultou nada de relevante. "Esses assaltos aconteceram há 15 dias, mas foram coisas simples, nada de especial", explicou Adriano Neto.
O autarca confirmou os assaltos e tentativas de assaltos mencionados pelo vereador Álvaro Madureira, mas assegurou que os criminosos "não agrediram" ninguém, nem houve recurso a violência.
Adriano Neto adiantou ainda ao Diário de Leiria que foram apresentadas queixas junto das forças de segurança.

Diário de Leiria, 2 Agosto 2023

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Álvaro Madureira esteve em Amor e apontou o dedo à gestão caótica da Câmara Municipal


Na noite de 8 de setembro, os membros da da lista de Joaquim Margarido à Junta de Freguesia de Amor juntaram-se na sede do Grupo Desportivo do Casal Novo para uma reunião com Álvaro Madureira, candidato à Câmara Municipal de Leiria. Estiveram também a acompanhá-lo Branca Matos, Sandra Domingues e Licínio Moreira, também estes candidatos à vereação do município.
Tendo sido o primeiro encontro do género, ele serviu essencialmente para perceber o programa eleitoral do candidato a Câmara de Leiria e explorar formas de sintonização da campanha. Um dos pontos de agenda foi também a avaliação do estado da freguesia de Amor e a identificação das suas mais prementes necessidades.
Álvaro Madureira começou por exprimir a necessidade de se ter uma profissão para se poder estar livre na política. "Quem depende da política, acaba por tomar opções de forma a manter-se no poder", afirmou, complementando a sua apresentação com a partilha de um objectivo pessoal: "estamos aqui para fazer o melhor para os outros".
O candidato referiu conhecer bem a equipa do Joaquim Margarido. Embora tenha confessado que Amor seja uma das freguesias que conhece menos e ainda estar a criar laços com a população, afirmou que "a vossa equipa é de excelência".

Depois da apresentação, passou a identificar alguns problemas da Freguesia que também mereceram uma intervenção da sua parte em sede própria. "Posso dizer que, relativamente à ponte que alargaram recentemente [nos Barreiros], fui das pessoas que mais insistiu para que essa obra fosse feita", informou, acrescentando que era um local por onde passava muito frequentemente e que já há muito considerava um dos pontos negros. A par desta obra, também tem havido da parte dele uma insistência junto das autoridades competentes para a requalificação do acesso à A17 pela Ortigosa.
Mudando de assunto, referiu que "Amor tem uma excelente água, e muita dessa água é para uso na cidade, por gente que não é de cá". Considera ser uma injustiça e uma falta de sentido de gestão que "a câmara de Leiria pague às Águas do Centro Litoral para vir buscar aqui água, e a população não ter retorno nenhum". Segundo a sua opinião, "temos de exigir contrapartidas". A propósito de águas, e no que diz respeito ao rio Lis, frisou que "a maioria da contaminação do rio Lis é de esgotos da cidade", sendo que são as populações da periferia, como a Freguesia de Amor que acabam por sofrer as consequências.
No que diz respeito ao sector da saúde, para além de ter informado que o Hospital de Leiria está sobre aproveitado, havendo alturas do ano em que parece uma zona de guerra, manifestou a sua preocupação pelos funcionários que têm trabalhado até á exaustão. "Temos de apostar na saúde, é um bem essencial", afirmou. Neste sector, acusou a Câmara de Leiria de não querer assumir o compromisso de ficar com a gestão das unidades de saúde familiar e centros de saúde, para se descartar da responsabilidade do mau funcionamento destas unidades.
Relativamente ao Plano Diretor Municipal (PDM), alertou para o facto de muitos terrenos onde se pode construir no presente, vão deixar de ter essa possibilidade no próximo ano. "Querem por as pessoas a viver em apartamentos caros na cidade", desmascarou, acrescentado que "há aqui uma especulação enormíssima controlada por grupos". Na área da construção, revelou ainda que a Câmara de Leiria é das piores em termos de prazos de licenciamento.
O tempo deu ainda para abordar a gestão de mercado municipal que, no entender de Álvaro Madureira, tem sido caótica. Lembrou as obras mais recentes tais como a da avenida Heróis de Angola, da avenida de Nossa Senhora de Fátima e do Mercado Municipal. Só nestes três exemplos verificaram-se derrapagens de milhões de euros, porque não houve estudos prévios feitos com competência. O caso da avenida Heróis de Angola é um dos exemplos mais flagrantes de gestão danosa em que se rejeitou a comparticipação em cerca de sete milhões de euros de fundos comunitários a fundo perdido para a sua estabilização. Como resultado, aquela artéria sofreu uma operação de cosmética que não resolveu os seus problemas estruturais que, mais tarde ou mais cedo, acabarão por se manifestar, pondo em risco a vida das pessoas que aí passam todos os dias.

Retirado de www.amor2021.pt

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Jardim-de-infância dos Barreiros sem espaço para servir almoço a todas as crianças

O jardim-de-infância nos Barreiros, em Amor (Leiria), não tem espaço suficiente para servir o almoço a todas as crianças, situação que preocupa os pais e que foi transmitida em reunião de câmara pelo líder da oposição (PSD). Segundo Álvaro Madureira, a escola tem apenas espaço para servir o almoço a 10 crianças, quando 23 frequentam aquele estabelecimento do pré-escolar, uma situação que “causa transtorno às famílias”, disse, terça-feira, em reunião do executivo, questionando a maioria sobre “que medidas estão a ser tomadas” para inverter o problema.
A vereadora com o pelouro da Educação esclareceu que a situação foi despoletada por terem sido “criadas condições” para servir o almoço no jardim-de-infância a 10 crianças, uma vez que no ano lectivo anterior apenas sete estavam inscritas para esse fim, tendo o estabelecimento de ensino que as transportar para almoçarem no exterior.
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