Noutros tempos houve um rei
Chamado ele D. Dinis
Era Rei de Portugal
Senhor dos Campos do Lis.
Como tinha seus escravos
Nas terras a trabalhar
Ele vinha de quando em quando
O seu povo visitar.
Assim ele desbravou
As terras então abandonadas
O seu povo se habituou
E hoje são cultivadas.
Por isso ele foi nomeado El-Rei o Lavrador
Que encontrou cá nesta terra
Uma amante, seu amor.
E foi daí que nasceu Este Amor sem igual
Com este nome não existe
Outra terra em Portugal.
Manuel da Silva (poeta da aldeia de Amor)
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 13 de abril de 1986
Poema “Como nasceu a aldeia de Amor” Manuel da Silva, Abril de 1986
(…)
Muitos párocos a freguesia teve
De tantos que não há memória
E nem tão pouco existe
Um livro com sua história
Sabe-se que houve um padre Pedro
Que muitos anos paroquiou
E que quando ele morreu
Um padre Seiça o continuou
A igreja era pequena
E então foi demolida
E em mil novecentos e Setembro
A maior foi construída
Foi no tempo do padre Seiça
Que ela foi começada
E no tempo do Padre Margalhau
A igreja foi acabada
De 1908 a 1952
Foi o tempo que ele mandou
Veio depois o Padre Curado
Que no seu lugar continuou
Logo que ele se foi embora
Veio outro para o seu lugar
O Reverendo Padre Marques
Que hoje está a paroquiar
(…)
in SILVA, Manuel da, Verdades históricas da Freguesia de Amor, 1988 p. 95-105.
De tantos que não há memória
E nem tão pouco existe
Um livro com sua história
Sabe-se que houve um padre Pedro
Que muitos anos paroquiou
E que quando ele morreu
Um padre Seiça o continuou
A igreja era pequena
E então foi demolida
E em mil novecentos e Setembro
A maior foi construída
Foi no tempo do padre Seiça
Que ela foi começada
E no tempo do Padre Margalhau
A igreja foi acabada
De 1908 a 1952
Foi o tempo que ele mandou
Veio depois o Padre Curado
Que no seu lugar continuou
Logo que ele se foi embora
Veio outro para o seu lugar
O Reverendo Padre Marques
Que hoje está a paroquiar
(…)
in SILVA, Manuel da, Verdades históricas da Freguesia de Amor, 1988 p. 95-105.
Etiquetas:
Ano 1986,
Livro Verdades Históricas da Freguesia de Amor,
Livros,
Manuel da Silva,
Poesia
Subscrever:
Mensagens (Atom)