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domingo, 1 de novembro de 2020

Complexo Funerário de Amor já está a funcionar


 O Complexo Funerário de Amor, o primeiro do género no concelho de Leiria, “já está ao serviço da população” desde setembro, funcionando “com todas as condições exigidas pelas autoridades”, devido à pandemia, revelou na terça-feira, dia 27, o administrador da Funerária Jaime, responsável pelo projeto.
Já apto para as celebrações fúnebres, o centro será “formalmente inaugurado apenas quando não houver restrições, mas já recebeu velórios e está a funcionar”, adiantou Jaime Alexandre.
O edifício possui espaços para conservação e preparação de corpos, duas salas de velório, sala de chá, bar com serviço de refeições ligeiras, loja/exposição de artigos funerários e armazém. Qualquer religião pode fazer a encomendação do defunto.
A agência funerária Jaime, sedeada em Leiria desde 1978, possui um centro funerário semelhante, embora mais pequeno, em Pedreiras, o único no concelho de Porto de Mós.

Região de Leiria

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Amor vai ter o primeiro Centro Funerário de Leiria

Centro Funerário vai nascer em Amor, na Rua da Base Aérea e compreende duas casas velório, sala de preparação e conservação de cadáveres, armazém, escritório e sala de reflexão.
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A Agência Funerária Jaime tem previsto um investimento na criação do primeiro centro funerário de Leiria, um espaço que pretende fornecer vários serviços para a actividade lutosa. A criação do espaço está planeada para a Rua da Base Aérea, em Amor, mesmo em frente ao Antigo Café Dakar e o processo encontra-se, actualmente, em fase de licenciamento na Câmara Municipal  de Leiria.
O projecto para o centro funerário prevê que o espaço disponha de duas casas velório, uma sala de preparação e conservação de cadáveres, uma sala de contratação e exposição de artigos funerários, armazém, escritório, sala de reflexão e espaço para refeições ligeiras.

O espaço é uma inovação no concelho de Leiria, sendo o primeiro deste género. Segundo a Agência Jaime, responsável pelo projecto, o Centro Funerário "será essencialmente utilizado para a contratação de funerais, armazém e sala de conservação de cadáveres", sendo que os outros serviços disponíveis, como casas velório, serão apenas utilizadas, "se a família assim o desejar".
"As salas estarão equipadas para oferecer todo o conforto às famílias enlutadas de forma a minimizar a dor que significa a perda de um ente-querido", refere a Agência. 
"Hoje em dia existe a necessidade de ter meios próprios para a conservação e tratamento dos corpos, uma vez que as pessoas que falecem em casa ou em lares, e são entregues às famílias, precisam de algum tempo de conservação. Em muitos casos os funerais realizam-se dois os três dias depois, daí a necessidade de dar este passo, que no nosso entender, dignifica em muito a actividade funerária", acrescenta a Agência.

Depois da sua inauguração, o complexo funerário estará disponível para outras entidades ou funerárias que necessitem.

in Diário de Leiria








quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Colchas furtadas dos jazigos dos cemitérios de Amor

A situação é inédita na região, os objetos furtados não têm valor e desconhece-se o motivo dos atos de vandalismo que atingiram três jazigos nos cemitérios de Amor e Coucinheira, freguesia de Amor, no fim de janeiro.
“Não me lembro de alguma vez ter acontecido uma coisa assim”, diz Jaime Alexandre, elemento da autarquia responsável pelos cemitérios e proprietário de uma funerária.
O alerta foi dado na quarta-feira de manhã, dia 30 de janeiro, por uma das proprietárias de um dos jazigos no cemitério de Amor, e a participação repe­tiu-se no sábado, dia 2 de fevereiro, no cemitério de Coucinheira. A entrada dos túmulos foi arrombada e do seu interior foram furtadas quatro colchas.
Fonte da GNR de Leiria confirmou o furto dos objetos do interior dos jazigos e revelou “não ter conhecimento de situações análogas” na área de responsabilidade daquela força de segurança.
Para o agente funerário Gonçalo Seco, o roubo é “estranho”, já que as colchas “não têm valor comercial”. “Os familiares optam por cobrir as urnas, por ser prática comum, mas os tecidos utilizados não têm valor. Podem até ser comprados numa retrosaria e adaptados à urna”, explica, admitindo ser mais frequente o roubo de peças metálicas de urnas ou sepulturas.
“As colchas terão apenas um valor sentimental”, conclui.
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