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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Será que alguma vez isto terá solução?


Artigo do Região de Leiria de 9 Abril de 2020

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Martine Rainho volta a ser distinguida

Martine Rainho, jornalista do REGIÃO DE LEIRIA, foi distinguida, esta segunda-feira, com o Prémio de Jornalismo “Direitos Humanos & Integração”, na categoria Imprensa Regional, pelo artigo “Ativismo – Direitos Humanos: uma questão de educação”, publicado a 13 de dezembro de 2018.
O trabalho aborda a educação para os direitos humanos, explicados a crianças e jovens mas também junto da comunidade onde o Grupo 32/Leiria da Amnistia Internacional atua.

O REGIÃO DE LEIRIA venceu na categoria de Comunicação Social Regional e Local.

O Prémio de Jornalismo Direitos Humanos & Integração é uma iniciativa conjunta da Secretaria Geral da Presidência do Conselho de Ministros e da Comissão Nacional da UNESCO, que tem por objetivo reconhecer o trabalho desenvolvido por profissionais de comunicação social, a nível nacional, em prol dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.
A cerimónia de entrega dos Prémios, decorreu no Teatro D. Maria II, no Rossio, em Lisboa, e contou com a presença do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, André Moz Caldas, e do Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva.
Em anteriores edições, a jornalista Martine Rainho foi igualmente premiada na categoria regional (2014 e em 2017, em ex aequo com o jornalista Paulo Barriga, Diário do Alentejo). Já em 2016, o trabalho “Centro de acolhimento de Leiria – O último refúgio é muito mais do que uma sopa quente”, de Martine Rainho e Joaquim Dâmaso, venceu na categoria de imprensa nacional e regional.


in Região de Leiria
Fotos: Joaquim Dâmaso

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

ETES de Amor cada vez mais uma miragem

A região de Leiria perdeu 9,1 milhões de euros nacionais e da União Europeia para financiar a construção da Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas do Lis (ETES Lis), porque a Associação de Suinicultores de Leiria (ASL) não apresentou a candidatura à construção da infraestrutura, essencial para combater a poluição na bacia hidrográfica do rio Lis.
O presidente da Câmara da Batalha e vice-presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, Paulo Batista Santos, lamenta que “o ano de 2017 termine com a notícia da incapacidade da ASL em congregar os meios financeiros necessários para realizar o projeto da ETES Lis”.
“Perdemos fundos comunitários e persiste um grave problema ambiental na região de Leiria”, considera Paulo Batista Santos, frisando que “a questão não pode, nem deve ser esquecida: devemos exigir responsabilidades e sobretudo reclamar soluções”.
Há um mês, na Batalha, o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins, criticou a morosidade do projeto que, em 2014, garantiu um apoio de 9,1 milhões de euros de fundos nacionais e comunitários (agora definitivamente perdidos), mas que sofreu sucessivos adiamentos por falta de modelo de financiamento da parte dos produtores.
O secretário de Estado avançou então que os ministérios do Ambiente e da Agricultura estavam “muito esperançados que viesse a ocorrer” a candidatura à construção da ETES, cujo prazo termina no final deste ano.
A verdade é que a ASL não garantiu os 11 milhões de euros de autofinanciamento necessário à execução do projeto. Além disso, as alterações verificadas na composição da parceria e a inexistência de garantias sobre a viabilidade económica e de procedimento de contratação pública, ditaram o fim deste processo.
“Se não há solução, temos de passar à frente. A alternativa é o tratamento dos efluentes de forma individual, com mais custos. A partir daí, quem não cumprir as regras ambientais encerra o negócio, é punido ou assume a despesa muito maior da solução individual”, disse Paulo Batista Santos aquando da visita do secretário de Estado à Batalha.
“Não tenho dúvidas que se adivinha o encerramento de empresas. Se a ETES não for realizada, seguramente mais de 50% das suiniculturas não tem condições de sobrevivência. Há uma linha vermelha traçada até ao fim de 2017”, adiantou.
O secretário de Estado do Ambiente defendeu na altura que o problema da poluição suinícola na região de Leiria “tem de começar a mudar hoje”, mostrando “esperança” na construção da ETES Lis. Uma esperança que sai agora gorada, após mais de dois milhões de euros de investimento em estudos para procurar resolver um problema que se arrasta há décadas.

Carlos Ferreira
Jornalista
redacao@regiaodeleiria.pt

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O que querem os 4 candidatos para a Freguesia de Amor (Recolha Região de Leiria)

Jorge Agostinho - CDS/PP
- Não respondeu ao Região de Leiria

Daniel Pereira - CDU
- Construção de um parque industrial para fixação de empresas e população, diminuir a desertificação. Melhorar atendimento e assistência domiciliária. Apoio a idosos e crianças, criação de valência lar/creche; criação de espaço museológico, biblioteca; fomentar a prática desportiva, desenvolvendo passeios pedestres. Melhorar os serviços administrativos da Junta.

Jaime Alexandre - PSD / MPT
- Tornar as vias rodoviárias mais seguras, e o seu alargamento, fazem parte das prioridades; concluir os projectos já aprovados, como o alargamento da ponte Barreiros/Amor e a requalificação do parque de merendas. Pretendemos reunir condições para uma ligação rápida e segura à freguesia para solucionar a entrada de veículos pesados.

Américo Bom - PS
- Promover maior segurança rodoviária na freguesia com a construção de passeios e bermas nas principais vias, com destaque para a via que liga a freguesia, e que vai dos Barreiros à Coucinheira.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Um bom exemplo de cidadania activa

O assunto não é novo, mas de dia para dia parece piorar. É degradante o estado em que se encontram os cursos de água em Amor. Nem a água se consegue ver, tal a dimensão da flora. Apesar de ser notório que não é da responsabilidade directa da junta a sua limpeza, pouco se tem visto esta entidade fazer de forma as que os responsáveis assumam os seus deveres.
Maria da Conceição Rola deu a sua voz à voz de dezenas de habitantes de Amor e ao jornal Região de Leiria, levantou a questão que muitos já se fizeram: A quem compete fazer a limpeza do colector de Amor? Deixamos a resposta.

" Há vários anos que peço às várias entidades para que seja feita a limpeza do colector de Amor tal como fizeram com o Rio Lis. A quem compete fazer a limpeza? Se existir um inverno rigoroso, quem assume a responsabilidade da falta de limpeza? Maria Conceição Rola Rodrigues
A falta de limpeza do colector, e valas próximas, na Rua do Rei Lavrador, em Amor, preocupa a leitora, cuja habitação, com 44 anos, está construída em leito de cheia. "Agora as pessoas andam preocupadas com os incêndios e eu, no inverno, ando preocupada com a água. É um drama. Cada vez que chove fico com o coração nas mãos", diz, recordando as cheias que lhe inundaram a casa há 28 anos. Desde 2015 que a leitora refere que contacta várias entidades e, diz, que até ao momento nada foi feito.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA), confirma a reclamação e refere que a vala em questão, colector de Amor "está sob a responsabilidade da Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Lis (ARBVL), tendo sido comunicado à referida associação a necessidade de intervenção". Esclarece ainda que os "trabalhos de conservação foram iniciados a montante, tendo-se verificado posteriormente que a intervenção não chegou até ao local das propriedades da reclamante, por dificuldades técnicas operacionais".
Ao nosso jornal, a ARBVL afirma que "tem sido feita limpeza regular, tendo a última sido feita em fevereiro", altura em que foi limpo "parte do colector". A responsabilidade desta associação incide até ao meio da linha de água, portanto sobre uma das margens. Foi já solicitado à Junta de Freguesia de Amor a necessidade de efectuar a limpeza da margem esquerda, por ser da sua responsabilidade. Contactada, a Junta de Freguesia esclarece que a limpeza do troço não é da sua responsabilidade e informou a moradora. 

MG - Região de Leiria


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Acredita no futuro da linha do Oeste?

A curto prazo, não acredito que vai ser resolvido e a médio prazo é preciso haver muita vontade. Quando estão em causa valores monetários e rentabilidade, é muito difícil resolver. A longo prazo, acredito que vai ser resolvido mas com muita dificuldade. Na minha opinião, deve ser o princípio do utilizador/pagador a contribuir para a resolução do problema. 

Amorim Alves, presidente da Junta de Freguesia de Amor, in Região de Leiria

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Anulado contrato de financiamento para a ETES de Amor. E agora?

O contrato de financiamento da construção da Estação de Tratamento de Efluentes Suinícolas da Região de Leiria (ETES do Lis) foi anulado pelo Governo, uma vez que a Valoragudo não adjudicou a obra dentro do prazo, de forma a garantir 9,16 milhões de euros de fundos comunitários.
"Perante o risco de perda de apoios comunitários pelo Estado, viu-se a Autoridade de Gestão do PDR2020 obrigada a anular o contrato de financiamento do projeto, ficando salvaguardada a não devolução do montante em causa a Bruxelas", revelou esta quarta-feira, 3, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.
O Governo explica que anulou o contrato com a Valoragudo, detida a 100% pela Recilis, de modo a que Portugal não perdesse os fundos comunitários, podendo, assim, canalizar o valor para outro projeto.
O prazo para a adjudicação da ETES terminou na sexta-feira. Na segunda-feira anterior, 24, os representantes dos suinicultores tinham assumido o compromisso de viabilizar a obra, garantindo os fundos comunitários, na reunião extraordinária da comissão de acompanhamento, o que não veio a concretizar-se.
O presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) e da câmara de Leiria, Raul Castro, e o presidente da câmara da Batalha, Paulo Batista Santos, já exigiram explicações à Valoragudo/Recilis sobre as razões que levaram à não adjudicação da obra dentro do prazo que garantia os fundos comunitários. O presidente da Recilis, David Nves, não comenta o processo.
Paulo Batista Santos considera que “havendo no passado a utilização de fundos públicos por esta entidade [Recilis] e com o objetivo de desenvolvimento da construção da ETES do Lis, os responsáveis diretos e todo o processo devem ser avaliados pela esfera judicial, porquanto inegavelmente existem danos elevados do interesse público ambiental”.
“Na minha opinião, no caso em apreço, poderá subsistir a violação do direito, juridicamente reconhecido, a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado, com prevenção da poluição”, afirmou o autarca.

Carlos Ferreira - Região de Leiria

sábado, 2 de março de 2013

Lobitos de Amor partilham tartaruga à semana

Uma semana em casa de cada um com a responsabilidade de alimentar o réptil, mudar a água do aquário e partilhar a experiência em família. É este o objetivo da tartaruga comunitária que 25 escuteiros do Agrupamento 1166 de Amor, em Leiria, possuem.
A ideia surgiu em outubro passado com a finalidade de dotar os mais novos de alguma responsabilidade, disciplina e interação entre o grupo. “Pensámos em arranjar um animal de estimação que todos pudessem partilhar, que não desse muito trabalho e as crianças gostassem”, explica Cristina Crespo, responsável da Alcateia 21, da secção Lobitos do agrupamento, justificando a escolha da tartaruga.
Com inspiração na história do Livro da Selva, obra que simbolicamente guia os Lobitos, na sua ligação ao ar livre e à exploração da natureza, o animal foi adotado com o nome Mowgli, o mesmo da personagem do menino lobo da história infantil.
Sábado, Mowgli dirá adeus a uma família e irá conhecer outra e uma nova casa por mais oito dias.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Movimento solidário ajuda família carenciada de Amor

Em apenas três semanas, um grupo de amigos recolheu alimentos, vestuário e lenha para ajudar uma mulher, de 34 anos, com dois filhos de dois e três anos, respetivamente, residentes na freguesia de Amor.
Angariou ainda 600 euros para saldar uma dívida da jovem mãe, de nacionalidade angolana, por multas no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras devidas a faltas de comparência.
Mas não só. No passado domingo, 9 de dezembro, o movimento promoveu um lanche/convívio aberto à comunidade para angariar bens e fundos que ajudem a família a fazer face ao pagamento de uma renda mensal de 230 euros, entre outras despesas.
O pai das crianças, de nacionalidade portuguesa, abandonou-as no passado mês de agosto, numa localidade onde não têm família e sem fontes de rendimento ou meios para se deslocar.
O apoio de 250 euros atribuído pela Segurança Social cessou entretanto em novembro, explicou ao REGIÃO DE LEIRIA Fernanda Custódio, elemento do grupo, que se mostrou também sensível aos problemas burocráticos que impedem as crianças, nascidas em Portugal, de ter cartão de cidadão e a mãe de renovar os documentos que lhe garantam a permanência no país e a hipótese de trabalhar.
Segundo contou Fernanda Custódio, a família, indicada por uma assistente social, “tinha carências a todos os níveis sobretudo alimentar”.
Encontrar uma creche que acolha o filho mais novo e uma casa com melhores condições de habitabilidade, tendo em conta a saúde frágil do mais velho, serão os próximos passos a dar.

(Notícia publicada na edição de 14 de dezembro de 2012 do Região de Leiria)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Alexandre Conde já anda com a prótese com que sonha correr

O Natal não podia ter sido mais generoso. Quinta-feira, 23 de Dezembro, Alexandre Conde, de dez anos, regressou a casa em Barreiros, Amor, com a prótese com que sonha correr nas pistas de tartan.
Para já, irá tentar adaptar-se à nova perna para a qual se preparou no último ano. Alexandre, recorde-se nasceu sem o fémur direito.
No ano passado, foi submetido a uma rotoplastia e amputação do pé de modo a poder utilizar a prótese.
Esteve depois cinco meses com gesso da cintura até aos joelhos, nas duas pernas, conta a mãe (Helena), que na passada semana também viu concretizado um sonho: ver o filho andar sem muletas.
A prótese endoesquelética que Alexandre recebeu tem a particularidade de se ajustar melhor ao corpo, mas serão necessários meses e meses de fisioterapia para fortalecer a parte muscular e conseguir um tipo de marcha quase normal.

“Já andei algumas horas, é uma sensação muito fixe”.
É fixe mas não é fácil, admite Alexandre, que terá agora de lutar para controlar a prótese e ultrapassar as dores musculares.
Ainda não pode correr nem saltar mas já tentou fazer o “moonwalker”. “Não consegui”, confessa Alexandre, que irá partilhar o nome com a associação que a mãe pretende criar para promover o desporto adaptado para crianças com deficiência.
“Este não é o fim de um ciclo, é o início”, garante Helena Conde, que nos últimos meses se desdobrou em iniciativas para angariar os fundos necessários à aquisição da prótese, avaliada em cerca de dez mil euros.
“Não há material ortopédico nem uma lei que facilite a prática desportiva para crianças como o Alexandre”, justifica, referindo ter procurado durante seis anos um clube que aceitasse o filho.
Naide Gomes e o atleta paralímpico Alberto Batista terão já aceite o convite para apadrinhar a associação que pretende apoiar outras famílias.


Martine Rainho - Região de Leiria

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Amor tenta recorde nacional de paella

A maior “paella” de sempre em Portugal vai ser cozinhada neste fim-de-semana em Amor, freguesia de Leiria.
A iniciativa está integrada na IV Festa do Porquinho, que leva hoje, sexta-feira, a amanhã ao Parque de Merendas de Amor música, desporto e gastronomia.
Sábado, a partir das 19 horas, tenta-se bater o “recorde nacional de paella”, que não tem registo até ao momento.
O recorde mundial é para 110 mil pessoas, obtido em Valência, em 2001. Em Amor, a organização espera cozinhar para cerca de duas centenas.
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