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quarta-feira, 12 de julho de 2023

Invasão no Colégio Dinis de Melo e Censocapa podem estar relacionadas


Passava pouco das vinte e três horas de ontem, dia 11 de julho, quando um segurança ao serviço no Colégio Dinis de Melo detetou a entrada de um intruso.
Segundo o que foi possível apurar no local, o meliante terá pulado o gradeamento na parte traseira do colégio, atravessando o recreio e quebrado o vidro de uma porta para conseguir aceder ao edifício.
No mesmo momento, o segurança que se encontrava a fechar o pavilhão, estranhou o barulho, mas pela semelhante com os barulhos de vidros a quebrar durante a recolha do vidrão, não terá dado particular importância.
Após entrar, o gatuno deslocou-se até ao primeiro andar (andar térreo frontal), e, com a utilização de um extintor, partiu um segundo vidro de uma segunda porta, para entrar na secretaria. Este segundo estrondo colocou o segurança em alerta, que se dirigiu diretamente para o edifício principal. Foi no primeiro andar que surpreendeu o meliante, que se colocou em fuga, conseguindo-se evadir saltando dois portões.
Com a chegada das autoridades, foi detetado sangue na sala dos professores, apontando estas para que o criminoso se tenha cortado num dos vidros partidos.

Crime continua no Centro de Dia
Por volta das 23h40 foi a vez de os alarmes do Centro de Dia dispararem. Vários membros da direção receberam o aviso de intrusão, e dirigiram-se imediatamente para as instalações do Censocapa.
Ao chegar, repararam que duas janelas tinham persianas torcidas e forçadas, mas apenas uma janela estava realmente aberta. Nada foi relatado como furtado ou mexido inicialmente. No entanto, durante uma segunda inspeção ao local, foi descoberta parte da rede da vedação traseira dobrada e pingas de sangue no interior do edifício.
Devido à proximidade dos dois locais — com terrenos juntos à Rua do Outão —, e à sequência de tempo, além do facto de ter sido encontrado sangue em ambas as instituições (que foi recolhido para análise), é possível supor que o mesmo indivíduo seja responsável pelas invasões.
Ambos os casos estão agora nas mãos das autoridades, que estiveram presentes nos dois locais para recolher indícios.

in Jornal Amor Mais

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

AUTÁRQUICAS 2021 | Então, e, ganharam todos?


Após contagens e recontagens, os resultados das eleições autárquicas 2021 foram sendo colocados — secção a secção — junto às suas portas, estando concluídos os trabalhos por volta das 23 horas de domingo. Segundo os líderes que apareciam nas televisões, aparentemente, todos os partidos tinham ganho. Mas foi assim em Amor?
O Partido Socialista foi o vencedor nas três eleições, ganhando com 51,13% para a Assembleia Municipal de Leiria, 58,82% para a Câmara Municipal de Leiria e 48,24% para a Junta de Freguesia de Amor.

Comparações
Embora tenham votado mais 23 eleitores em 2021 (2222) do que votaram em 2017 (2199), a taxa de abstenção subiu duas centésimas — 45,92% em 2017 para 45,94% em 2021.
O CDS-Partido Popular obteve a sua pior votação de sempre, sendo o escolhido por apenas 2,3% dos votantes. Perdeu 136 votos (6,2% dos votos) em relação a 2017, e pela primeira vez não elegeu nenhum mandato.
A CDU (Coligação Democrática Unitária), com 5,95% dos votos, obteve a sua segunda melhor votação dos últimos 20 anos, mas mesmo assim ficou demasiado longe da possibilidade de eleger um mandato.
O Partido Social Democrata perdeu eleitores, obtendo ainda menos votos que recebera em 2017. Curiosamente, a percentagem de votos que recebeu tanto em 2017 como em 2021 são muito semelhantes às que recebeu em 2001 e 2013, e que lhe deram a vitória.
O Partido Socialista obteve os seus melhores resultados de sempre na freguesia, reclamando 48,24% dos votos, embora tenha recebido menos 39 votos da vitória que obteve em 2009.
A variação dos votos em branco e nulos para a eleição dos três órgãos autárquicos é um fenómeno interessante cujas justificações possíveis são quase ilimitadas.
Pela primeira vez desde as primeiras eleições de 1975, apenas dois partidos estarão representados na Assembleia de Freguesia — Partido Socialista e Partido Social-Democrata.
Comparando os resultados para a Junta de Freguesia com os resultados para a Câmara Municipal, percebe-se que os eleitores de “Direita” aparecerem para votar há mesma. Mesmo com um “candidato-fantasma”, o descalabro nos resultados do CDS-PP não se justifica pela abstenção. Sendo assim, importa perguntar, para onde foram estes votos (6,2%)? Migraram para o Partido Socialista e ajudaram-no a ganhar com distância que ganhou? Ou foram para o Partido Social-Democrata e ajudaram a minimizar a derrota?
A pouca variação existente nos seus resultados nos últimos vinte anos da CDU não lhe dá grandes esperanças de que o partido possa crescer para chegar ao mínimo necessário para eleger. Se utilizarmos a comparação com os resultados municipais, facilmente se percebe que não sofreu nem de voto útil, nem da abstenção. Tal como o CDS-PP, caso surjam na freguesia outras forças políticas do seu quadrante, arriscam a se tornar insignificantes, vendo os seus votos serem diluídos entre eles.
Desde o desaparecimento do número de eleitor, que deixou de ser possível verificar em que partidos vota cada faixas etária, não permitindo antever a evolução futura de resultados. Se estes seguirem as tendências do resto do país, estará em parte dependente da personalidade e capacidade de mobilização dos candidatos que surgirem. Em 2025 se saberá…

- Evolução dos resultados autárquicos entre 2001 e 2021.

Fonte: Jornal Amor Mais


sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

COVID-19 | Evolução dos casos na Freguesia de Amor


Com um aumento de 409% durante o mês de janeiro, a situação torna-se preocupante na freguesia.
Compreendemos que o gráfico possa parecer "exagerado", por não termos uma atualização diária do número de casos, mas tal apenas iria "aligeirar" a inclinação da "curva". Estaríamos no mesmo lugar que estamos agora.
Por fim, também sabemos ser impossível quantificar quantos casos ainda estão ativos, mas se considerarmos por defeito que todos os detetados na última semana o estão (os últimos 51), falamos de muitas pessoas e famílias em isolamento profilático, centenas de contactos de risco.

Fonte: Jornal Amor Mais

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Quem pode ser o novo presidente da Junta de Freguesia? A lei responde.


Com o inesperado falecimento do presidente da Junta de Freguesia Américo Bom, o seu lugar no executivo autárquico ficou vago, levantando a dúvida: e agora quem será o novo presidente da junta?

Para muitos, a resposta parece óbvia, indicando que deveria ser o secretário a assumir o posto. No entanto, esta resposta pode não ser correta.A lei é clara. Quando votamos nas eleições para a Junta de Freguesia, o cidadão melhor posicionado na lista vencedora ocupa a posição de Presidente da Junta de Freguesia. Quando em outubro de 2017 a lista do Partido Socialista venceu as eleições em Amor, Américo Bom, número um da lista socialista assumia o cargo de presidente. E acabam aqui as certezas.À sua frente, o recém-eleito tinha uma Assembleia de Freguesia composta proporcionalmente aos votos que cada lista recebeu. Como a freguesia de Amor tinha menos de cinco mil eleitores, a assembleia é composta por nove membros. Em 2017, a “casa” ficou dividida entre quatro membros socialistas (PS), quatro social-democratas (PSD) e um democrata-cristão (CDS). Entre estes, Américo Bom tinha de escolher dois nomes para o acompanhar no executivo da junta, e a escolha poderia recair sobre qualquer um dos membros da assembleia, independentemente do partido pelo qual tivessem sido eleitos. Mais uma vez a lei define porque são apenas dois vogais, quando refere que nas freguesias com 5000 ou menos eleitores o executivo de uma junta é composto por um presidente e dois vogais. Indicados pelo presidente, os nomes selecionados têm de ser aprovados por maioria na assembleia de freguesia. Estes vogais ocupam cargos distintos – um é tesoureiro e outro secretário –, hierarquicamente iguais. Não existe assim um “número dois da junta”.
Mas precisaram de ser aprovados por voto secreto em assembleia. Nesta votação, para além de se pronunciarem sobre os vogais da Junta de Freguesia, também se vota para o presidente e secretários da mesa da Assembleia. Se a lista apresentada pelo presidente da junta for rejeitada (não obtendo uma maioria de votos) ou existir um empate, repete-se a votação, mas desta vez votando-se cargo a cargo.

Mas e se o presidente falecer, quem o substitui?
Essa é a resposta mais fácil de dar: o número dois da sua lista.
Seguindo a lista oficial apresentada às eleições de 2017, a virtual nova presidente seria Paula Gil, que ocupa agora o cargo de presidente da Assembleia de Freguesia.
Os atuais vogais (o secretário Carlos Cruz e o tesoureiro Jorge Agostinho), continuam nos seus lugares, já que os titulares dos órgãos das autarquias locais servem pelo período do mandato e mantêm-se em funções até serem legalmente substituídos.
Na assembleia, o 1.º Secretário (Hélder Clemente) ascendia a presidente da mesa, a 2.ª Secretária (Sílvia Feliciano) ascendia a 1.ª Secretária, sendo necessário colmatar o lugar vago. Para tal, todos os partidos podem apresentar um nome para a posição, sendo todas as propostas submetidas a votação. Os membros que ascenderem a ocupar os diferentes cargos outrora vagos são substituídos por elementos da sua lista partidária, por ordem numérica. Um exemplo disso é Jorge Agostinho, número um da lista do CDS-PP em 2017. Tendo sido o único eleito por aquele partido para assembleia, ocupou na primeira reunião o seu lugar de membro. Ao ser eleito para tesoureiro da Junta de Freguesia, o seu lugar vagou, foi preenchido pela pessoa que se encontrava em número dois na lista do CDS – Domingos Santos.

E pode o atual secretário, Carlos Cruz (PS), ser presidente?
Pode, mas é preciso dar mais uns passos.
O cenário que a maioria das pessoas julga ser o mais óbvio é também dos mais complicados.
Em 2017, o atual secretário ocupava o número quatro na lista do Partido Socialista. Para ascender ao cargo de presidente da Junta de Freguesia é preciso que a número dois (Paula Gil) e o número três (Hélder Clemente), abdiquem de ocupar o cargo – abdicando ao mesmo tempo do seu lugar na Assembleia de Freguesia. Apenas com estas duas abdicações sucessivas é que tal é legalmente possível.
Porque é que ao abdicarem têm de sair da constituição da assembleia? Porque o cargo de presidente tem uma condição exclusiva: ou se aceita a responsabilidade pela qual foram votados, ou excluem-se completamente.

Então, e podem existir novas eleições?
Podem, mas seria preciso contar com ainda mais passos.
Para serem marcadas eleições intercalares, será preciso que deixe de existir quórum na Assembleia de Freguesia. Para tal situação acontecer, é preciso que se torne impossível substituir cinco dos seus membros. No caso de Amor, seria preciso, por exemplo, que todos os membros que constavam da lista do Partido Social Democrata e do CDS-PP abdiquem, ou todos os membros da lista mais votada (o Partido Socialista) o façam, tornando impossível a sua substituição e dissolvendo automaticamente a assembleia. As eleições teriam de se realizar no prazo máximo de 60 dias após esta dissolução da Assembleia de Freguesia. Sem um executivo ativo, a Junta de Freguesia teria de funcionar em duodécimos até se encontrar solucionada a questão.
Depois de apurados os resultados das novas eleições, todo o processo de escolha de elementos para os vários cargos se repetiria, mas ao contrário de anteriormente, os novos eleitos não ocupariam os postos durante quatro anos, e apenas cumpririam até à marcação de novas eleições autárquicas, previstas para o outono de 2021.



Levi Redondo Bolacha - Jornal Amor Mais

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Almoço das Marchas Populares

Domingo, 17 de Abril, foi a data escolhida para o 2º almoço de apoio às Marchas Populares de Amor, tendo reunido cerca de 130 pessoas no CRC 22 de Junho. Do menu constava carne estufada e sopa de peixe.
O próximo almoço será dia 29 de Maio e trará o regresso do famoso “Bacalhau à Marchante”.
Os lucros servem de ajuda para cobrir os custos das actuações do grupo, que este ano serão as seguintes: 04/Jun – Santa Clara, Coimbra; 19/Jun – Monte Redondo; 26/Jun – Festa de aniversário do CRC 22 de Junho; 2/Jul – Espite; 3/Jul Mata Mourisca.

in Amor Mais

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Tentativa de assalto em pastelaria de Amor

Esta última madrugada foi marcada por mais uma tentativa de assalto em Amor, desta feita o alvo foi Conceitos & Perspectivas, situado em frente à Escola Básica de Amor.
Os larápios acabaram por não roubar nada, provocando apenas danos materiais causados pelo embate do veículo utilizado para o furto.
Após terem destruído a frente do estabelecimento e provavelmente devido ao alerta do alarme, os presumíveis assaltantes colocaram-se em fuga.

Texto: Carla Oliveira - Jornal Amor Mais

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Poste no sítio!



Na sequência do “abatimento” do poste de electricidade que se encontrava junto a uma habitação em frente à igreja de Amor, as entidades competentes encontravam-se esta manhã a recolocar o dito poste – no mesmo local uns centímetros ao lado. Esperemos que este se aguente mais que duas semanas!

In Jornal Amor Mais
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