sábado, 2 de março de 2013

Lobitos de Amor partilham tartaruga à semana

Uma semana em casa de cada um com a responsabilidade de alimentar o réptil, mudar a água do aquário e partilhar a experiência em família. É este o objetivo da tartaruga comunitária que 25 escuteiros do Agrupamento 1166 de Amor, em Leiria, possuem.
A ideia surgiu em outubro passado com a finalidade de dotar os mais novos de alguma responsabilidade, disciplina e interação entre o grupo. “Pensámos em arranjar um animal de estimação que todos pudessem partilhar, que não desse muito trabalho e as crianças gostassem”, explica Cristina Crespo, responsável da Alcateia 21, da secção Lobitos do agrupamento, justificando a escolha da tartaruga.
Com inspiração na história do Livro da Selva, obra que simbolicamente guia os Lobitos, na sua ligação ao ar livre e à exploração da natureza, o animal foi adotado com o nome Mowgli, o mesmo da personagem do menino lobo da história infantil.
Sábado, Mowgli dirá adeus a uma família e irá conhecer outra e uma nova casa por mais oito dias.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Os Lobitos do Agrupamento de escuteiros 1166, de Amor, em Leiria, adotaram uma tartaruga como animal de estimação. Chama-se Mowgli e passa uma semana em casa de casa escuteiro.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Colchas furtadas dos jazigos dos cemitérios de Amor

A situação é inédita na região, os objetos furtados não têm valor e desconhece-se o motivo dos atos de vandalismo que atingiram três jazigos nos cemitérios de Amor e Coucinheira, freguesia de Amor, no fim de janeiro.
“Não me lembro de alguma vez ter acontecido uma coisa assim”, diz Jaime Alexandre, elemento da autarquia responsável pelos cemitérios e proprietário de uma funerária.
O alerta foi dado na quarta-feira de manhã, dia 30 de janeiro, por uma das proprietárias de um dos jazigos no cemitério de Amor, e a participação repe­tiu-se no sábado, dia 2 de fevereiro, no cemitério de Coucinheira. A entrada dos túmulos foi arrombada e do seu interior foram furtadas quatro colchas.
Fonte da GNR de Leiria confirmou o furto dos objetos do interior dos jazigos e revelou “não ter conhecimento de situações análogas” na área de responsabilidade daquela força de segurança.
Para o agente funerário Gonçalo Seco, o roubo é “estranho”, já que as colchas “não têm valor comercial”. “Os familiares optam por cobrir as urnas, por ser prática comum, mas os tecidos utilizados não têm valor. Podem até ser comprados numa retrosaria e adaptados à urna”, explica, admitindo ser mais frequente o roubo de peças metálicas de urnas ou sepulturas.
“As colchas terão apenas um valor sentimental”, conclui.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Tonelada de cobre furtada de rebobinadora provoca prejuízo de 25 mil euros

Cerca de uma tonelada de fio de cobre, no valor de 25 mil euros, foi furtada da Rebobinadora de Irmãos Grácios, na madrugada de ontem. Este é já o terceiro assalto à empresa, num período de três anos.
 
Cerca de uma tonelada de fio de cobre, no valor de 25 mil euros, e uma carrinha de caixa aberta foram roubadas, na madrugada de ontem, da empresa Rebobinadora de Irmãos Grácios, em Casal dos Claros, na freguesia de Amor.
O assalto terá ocorrido entre as 03h00 e as 04h00 de ontem, de acordo com um dos sócios da empresa, Nuno Grácio, que só teve conhecimento da ocorrência ontem de manhã. "Um funcionário chegou cá de manhã e viu o portão do Telheiro aberto. Logo aí percebeu que se tinha passado alguma coisa. A GNR só foi alertada por volta das 09h00", contou ao Diário de Leiria o responsável.
De acordo com Nuno Grácio, os assaltantes, que acredita terem sido pelo menos dois, entraram no telheiro da rebobinadora através de uma janela e, uma vez, lá dentro, acabaram por conseguir furtar cerca de 50 bobinas de fio de cobre, de 25 quilogramas cada.
 
Texto : Bárbara Vieira
Foto : Luís Filipe Coito

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Movimento solidário ajuda família carenciada de Amor

Em apenas três semanas, um grupo de amigos recolheu alimentos, vestuário e lenha para ajudar uma mulher, de 34 anos, com dois filhos de dois e três anos, respetivamente, residentes na freguesia de Amor.
Angariou ainda 600 euros para saldar uma dívida da jovem mãe, de nacionalidade angolana, por multas no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras devidas a faltas de comparência.
Mas não só. No passado domingo, 9 de dezembro, o movimento promoveu um lanche/convívio aberto à comunidade para angariar bens e fundos que ajudem a família a fazer face ao pagamento de uma renda mensal de 230 euros, entre outras despesas.
O pai das crianças, de nacionalidade portuguesa, abandonou-as no passado mês de agosto, numa localidade onde não têm família e sem fontes de rendimento ou meios para se deslocar.
O apoio de 250 euros atribuído pela Segurança Social cessou entretanto em novembro, explicou ao REGIÃO DE LEIRIA Fernanda Custódio, elemento do grupo, que se mostrou também sensível aos problemas burocráticos que impedem as crianças, nascidas em Portugal, de ter cartão de cidadão e a mãe de renovar os documentos que lhe garantam a permanência no país e a hipótese de trabalhar.
Segundo contou Fernanda Custódio, a família, indicada por uma assistente social, “tinha carências a todos os níveis sobretudo alimentar”.
Encontrar uma creche que acolha o filho mais novo e uma casa com melhores condições de habitabilidade, tendo em conta a saúde frágil do mais velho, serão os próximos passos a dar.

(Notícia publicada na edição de 14 de dezembro de 2012 do Região de Leiria)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mulher de 83 anos e dois familiares assaltados e agredidos por grupo encapuzado


Uma mulher, de 83 anos, a irmã e o cunhado, com cerca de 70 anos, foram assaltados e agredidos ontem de madrugada, no interior de uma residência, em Amor, por quatro indivíduos encapuzados e armados com facas. Assaltantes roubaram dinheiro, ouro e outros objectos pessoais. Caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária de Leiria.
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Quatro indivíduos encapuzados, armados com facas, assaltaram, na madrugada de ontem, em Amor, uma mulher, de 83 anos, roubaram-lhe 400 euros em dinheiro, um fio de ouro e os brincos e agrediram a irmã e o cunhado, colocando-se em fuga numa viatura ligeira de passageiros.
Os assaltantes terão usado um ´pé de cabra’ para abrir o portão que dá acesso à habitação na Rua da Serrada, em Amor, onde dormia Almira Feliciana Novo, a irmã e o cunhado, ambos com cerca de 70 anos. Depois de terem entrado no interior da residência, os indivíduos, empunhando facas, dirigiram-se ao quarto onde dormia a idosa, agrediram-na no pescoço, roubaram-lhe um fio de ouro e arrancaram-lhe os brincos das orelhas.
De seguida, dirigiram-se ao outro quarto onde pernoitavam os outros dois familiares, residentes em Almada mas a gozar um período de férias em Amor, e agrediram-nos em várias partes do corpo. Após o assalto, que terá demorado poucos minutos, os assaltantes saíram por uma porta das traseiras da habitação, que dá acesso a uns terrenos agrícolas, e colocaram-se em fuga num veículo ligeiro de passageiros, onde alegadamente estaria à espera um quinto indivíduo.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Tribunal de Leiria considerou inimputável homem que matou mãe à facada

O Tribunal de Leiria considerou hoje inimputável um homem que, em setembro de 2011, matou a mãe com 15 facadas em Amor, Leiria, e decretou como medida de “segurança” o internamento do arguido.
Durante a leitura do acórdão, a juíza presidente do coletivo deu como provado que o arguido matou a mãe, atribuindo esse ato à “anomalia psíquica” de que padece o arguido – esquizofrenia.
O crime terá ocorrido, segundo o acórdão, num período de “descompensação”, por ter deixado de tomar a medicação.
“O arguido perdeu a noção do que é correto e aceitável e existe a possibilidade de voltar a cometer atos semelhantes contra pessoas da comunidade se não tiver acompanhamento médico”, salientou a juíza, realçando o relatório médico-legal.
O tribunal considerou o arguido “perigoso”, pelo que o condenou ao “internamento num hospital psiquiátrico ou estabelecimento análogo” por um “período mínimo de três anos e máximo de 16 anos”.
Para o coletivo de juízes, devido à inimputabilidade do arguido, o mesmo respondeu por um homicídio simples e não homicídio qualificado.
“O arguido não será condenado por um crime, mas por atos cometidos, porque, sendo inimputável, não tem culpa”, explicou a magistrada.
Assim, a condenação passa por uma “medida de segurança” de internamento, porque o arguido “não tem condições de apoio junto da família que lhe garanta um tratamento contínuo”.
Dirigindo-se ao arguido, a juíza referiu que “ficará internado enquanto a sua saúde não estiver recuperada”.
Só sairá do hospital “quando os médicos entenderem que está recuperado”, o que “nunca acontecerá antes de se cumprirem três anos”.
O pedido de indemnização cível foi considerado pelo tribunal “improcedente”, uma vez que o arguido é inimputável.

Diário As Beiras

sábado, 1 de outubro de 2011

Filho deixou a mãe a agonizar com punhal no pescoço

Firmino Agostinho Pedro, 33 anos, já tinha dado sinais de que não andava bem quando desabafou que a mãe lhe queria fazer mal. Ontem de madrugada, apunhalou-a até à morte, em Casal Novo, Amor, no concelho de Leiria.
 
O crime ocorreu por volta das duas da madrugada. Filipa Pedro estava a dormir quando ouviu a mãe em aflição, como se estivesse a vomitar. Dirigiu-se ao quarto e deparou-se com um cenário macabro. "A cama estava cheia de sangue, a minha mãe estava no chão e o meu irmão em cima dela", contou a filha da vítima ao CM, com os olhos ainda vermelhos das muitas horas de choro.
Firmino tinha desferido vários golpes na mãe - Florinda Pedro, de 67 anos - deixando o punhal espetado no pescoço. Quando a irmã o surpreendeu, levantou-se, "foi lavar as mãos, mudou de roupa" e ficou tranquilamente à espera dos bombeiros e das autoridades.
As equipas de socorro ainda tentaram reanimar a vítima, mas já nada puderam fazer. O óbito foi confirmado no local.
O homicida, solteiro, trabalhava numa serralharia e vivia com a mãe, na companhia da irmã e do companheiro desta.
Além da epilepsia, Firmino já tinha sofrido duas depressões que obrigaram ao internamento. Nos últimos dias, "andava um pouco estranho", mas como "foi sempre uma pessoa pacata, não passava pela cabeça de ninguém que fizesse uma coisa destas", desabafou a irmã.
"A mãe matou o pai, matou a avó e agora queria matar-me a mim. É uma bruxa", justificou o homicida, quando Filipa o interrogou sobre as razões do acto tresloucado. Ao ser algemado pelas autoridades policiais, desabafou: "Matei a minha mãe, matem-me se quiserem".
 
Correio da Manhã, 1 de Outubro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estado assume participação em estação de tratamento em Amor

Autarcas reúnem hoje no Ministério do Ambiente para saberem por que razão o processo não avança. Ontem secretário de Estado do Ambiente garantiu que Governo assumirá a sua quota-parte no investimento para construção de estação de tratamento
O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, assegurou ontem que o Estado assumirá a sua quota-parte no investimento de construção da futura estação de tratamento de efluentes suinícolas (ETES) de Leiria.
"Não será por falta dos fundos" que a estação não se fará, declarou Humberto Rosa à agência Lusa, assegurando que o Estado assume a sua quota-parte no investimento, estando ainda em curso contactos para o recurso ao Programa de Desenvolvimento Rural.
Hoje, Humberto Rosa participa numa reunião, em Lisboa, com a ministra do Ambiente e autarcas de Leiria, Batalha e Porto de Mós, a pedido dos presidentes dos três municípios, sobre a situação da ETES e o problema ambiental associado às suiniculturas.
O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro, explicou que o encontro pretende "saber quais são as causas para que o processo não ande" e se é possível ultrapassar, "de vez", os problemas que têm impedido a construção da infra-estrutura.
O secretário de Estado adiantou que o processo aguarda a efectivação do consórcio, onde estão o grupo Águas de Portugal e entidades privadas, "para que finalmente se possa concretizar" a ETES, obra que deverá terminar com as descargas de efluentes para a ribeira dos Milagres.
Humberto Rosa afirmou que se aguarda luz verde da Recilis "ao acordo parassocial", acrescentando que decorre também uma análise do "modelo económico" do investimento e o estudo de uma "solução intermédia" para o tratamento dos efluentes e de uma licença intermédia, ambas no "contexto deste novo consórcio".
O governante rejeitou que a ausência de uma licença colectiva, retirada em 2011 à Recilis, para utilização dos recursos hídricos para descarga de águas residuais, esteja relacionada com as descargas para a ribeira dos Milagres.
"Enquanto havia licença colectiva, também havia descargas", observou.Questionado se pode garantir o início da construção da ETES este ano, Humberto Rosa negou.
"Houve pelo menos cinco adiamentos a que assisti e com isso não lhe posso dizer que está garantido. Tenho uma esperança acrescida nesta fase, com este consórcio que envolve novos intervenientes, que possa realmente estarem encontradas as condições para [o lançamento de] uma primeira pedra a breve trecho", disse. O presidente da Recilis, David Neves, também não quis adiantar uma data para o arranque da ETES, mas considerou que "podem estar reunidas as condições para que o processo avance definitivamente".
O empresário disse que está "em fase de discussão o esboço de um acordo parassocial", que tem circulado pelos "parceiros da nova entidade a constituir, que terá como objecto a construção e a gestão da ETES".
David Neves acrescentou que "o sector está a atravessar uma das maiores crises de sempre, situação que passa necessariamente por uma solução colectiva para o tratamento de efluentes que, quanto mais tarde acontecer, mais dificuldade tem o sector para dar resposta ao conjunto de obrigações face a todo este processo".
A ETES, projectada para a freguesia de Amor, tem um custo estimado em 18 milhões de euros e vai ter capacidade para tratar, diariamente, dois mil metros cúbicos de efluentes de suiniculturas e de outras explorações agropecuárias dos concelhos de Leiria, Batalha e Porto de Mós.

Diário de Leiria

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Alexandre Conde já anda com a prótese com que sonha correr

O Natal não podia ter sido mais generoso. Quinta-feira, 23 de Dezembro, Alexandre Conde, de dez anos, regressou a casa em Barreiros, Amor, com a prótese com que sonha correr nas pistas de tartan.
Para já, irá tentar adaptar-se à nova perna para a qual se preparou no último ano. Alexandre, recorde-se nasceu sem o fémur direito.
No ano passado, foi submetido a uma rotoplastia e amputação do pé de modo a poder utilizar a prótese.
Esteve depois cinco meses com gesso da cintura até aos joelhos, nas duas pernas, conta a mãe (Helena), que na passada semana também viu concretizado um sonho: ver o filho andar sem muletas.
A prótese endoesquelética que Alexandre recebeu tem a particularidade de se ajustar melhor ao corpo, mas serão necessários meses e meses de fisioterapia para fortalecer a parte muscular e conseguir um tipo de marcha quase normal.

“Já andei algumas horas, é uma sensação muito fixe”.
É fixe mas não é fácil, admite Alexandre, que terá agora de lutar para controlar a prótese e ultrapassar as dores musculares.
Ainda não pode correr nem saltar mas já tentou fazer o “moonwalker”. “Não consegui”, confessa Alexandre, que irá partilhar o nome com a associação que a mãe pretende criar para promover o desporto adaptado para crianças com deficiência.
“Este não é o fim de um ciclo, é o início”, garante Helena Conde, que nos últimos meses se desdobrou em iniciativas para angariar os fundos necessários à aquisição da prótese, avaliada em cerca de dez mil euros.
“Não há material ortopédico nem uma lei que facilite a prática desportiva para crianças como o Alexandre”, justifica, referindo ter procurado durante seis anos um clube que aceitasse o filho.
Naide Gomes e o atleta paralímpico Alberto Batista terão já aceite o convite para apadrinhar a associação que pretende apoiar outras famílias.


Martine Rainho - Região de Leiria

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Secretário de Estado da Segurança Social inaugurou Centro de Dia da Casa do Povo de Amor

Foi num clima de festa e confraternização que decorreu no passado sábado, dia 18 de Setembro, a inauguração do centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário, do Centro Social da casa do Povo de Amor.
Esta cerimónia foi presidida por Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social, tendo contado ainda com a presença de Raul Castro, Presidente da Câmara Municipal, José Rodrigues Carnide, Presidente da Direcção da Casa do Povo, Adelino Fernandes, Presidente da Junta de Freguesia de Amor, representantes de entidades públicas, Autarcas, entre muitos outros convidados.
A cerimónia teve início com o descerramento da placa evocativa da inauguração, pelo membro do Governo e pelo Presidente da Autarquia, após o que se seguiu a bênção do edifício pelo Pároco da Freguesia e uma visita pormenorizada às novas instalações.
Este Centro de Dia tem um conjunto de importantes valências, com destaque para a sala de convívio, sala de refeições, sala de banhos, gabinete de enfermagem, rouparia, garagem e diversos gabinetes.
Após a interpretação do Hino da Freguesia de Amor, pelo Coro que incluía idosos residentes naquele Centro Dia, tiveram lugar as intervenções dos convidados.
José Rodrigues Carnide, Presidente da Direcção do Centro Social da Casa do Povo de Amor, enalteceu a presença do Secretário de Estado da Segurança Social, tendo afirmado que "Com este equipamento reinstalámos com mais dignidade os serviços que proporcionámos aos nossos idosos". Aquele responsável realçou ainda o apoio da Câmara Municipal de Leiria que se cifrou em cerca de 30 mil euros".
A segunda intervenção esteve a cargo de Raul Castro, Presidente da Autarquia, que começou por afirmar a importância do dia para a Freguesia de Amor, "numa obra reivindicada por toda a freguesia, que só foi possível concretizar com os esforços de muitos". O Autarca destacou ainda a importância da presença do secretário de Estado da Segurança Social, o que vem atestar a preocupação do Governo com o apoio social aos mais necessitados.
Conclui desejando o melhor sucesso á instituição, para que continue a cumprir os seus objectivos no apoio às necessidades sociais da freguesia.
A última intervenção esteve a cargo de Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social, que deu os parabéns a todos os que trabalharam para que esta obra seja uma realidade. Aquele responsável do Governo afirmou que "é bom colocar a primeira pedra, mas é muito melhor quando a obra chega ao fim". Pedro Marques, apresentou uma breve resenha cronológica do Programa PARES, que já apoiou no país cerca de seiscentos equipamentos sociais, entre os quais, cinquenta no Distrito de Leiria e nove no Concelho de Leiria, de que este Centro Dia é um exemplo".
Destacou ainda, o facto, deste Programa apoiar 25 mil idosos em todo o país e concretamente oitenta idosos no centro de Dia do Centro Social da Casa do Povo de Amor.
Aquele membro do Governo destacou ainda a criação de postos de trabalho, com a entrada em funcionamento destes equipamentos sociais e deu enfoque à necessidade de promover a coesão social numa parceria entre o Estado, as Autarquias e as Instituições Sociais Locais. Concluiu referindo que para além do apoio à construção, o Governo apoia o funcionamento das Instituições, o que relativamente a este Centro de Dia representa 180 mil euros por ano.
No final decorreu um lanche convívio com todos os idosos, familiares e convidados, bem como a actuação do Rancho Folclórico daquela Freguesia.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Amor tenta recorde nacional de paella

A maior “paella” de sempre em Portugal vai ser cozinhada neste fim-de-semana em Amor, freguesia de Leiria.
A iniciativa está integrada na IV Festa do Porquinho, que leva hoje, sexta-feira, a amanhã ao Parque de Merendas de Amor música, desporto e gastronomia.
Sábado, a partir das 19 horas, tenta-se bater o “recorde nacional de paella”, que não tem registo até ao momento.
O recorde mundial é para 110 mil pessoas, obtido em Valência, em 2001. Em Amor, a organização espera cozinhar para cerca de duas centenas.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Incêndio desaloja família em Amor

Um casal e o filho de 14 anos ficaram ontem desalojados, depois de um incêndio ter consumido quase a totalidade da casa onde habitavam em Casal dos Claros, na freguesia de Amor, concelho de Leria.
O relógio marcava cerca de 09h00, quando Carminda Barbeiro, de 37 anos, pediu ao marido para ligar a caldeira, porque "queria tomar banho e lavar a loiça".
Segundos depois, contou ao Diário de Leiria, aquilo que identificou como sendo "um estalar", denunciava as chamas que rapidamente consumiram o anexo onde se encontrava a caldeira, propagando-se ao resto da habitação.
"Só pode ter sido a caldeira. Foi tudo muito rápido. Não deu tempo para tirar quase nada de casa", disse, visivelmente transtornada com o sucedido, assegurando que o aparelho "nunca tinha dado problemas".
Das chamas que 'devoraram' a habitação, de tipologia T3, apenas restaram algumas roupas e poucos objectos, entre eles molduras com fotografias da família que Paulo, filho do casal, tentava ainda tirar de casa, com a ajuda de amigos.
Perante o cenário de destruição, os vizinhos rapidamente acorreram ao local, manifestando solidariedade à família desalojada e prestando apoio para refeições e dormidas.
Para já, adiantou Carminda Barbeiro, a família será realojada em casa de familiares.
A habitação, adquirida há cerca de quatro anos, encontra-se no seguro.
No local, estiveram os Bombeiros Voluntários e de Leiria e Ortigosa, além da protecção civil municipal, com 12 homens, apoiados por cinco viaturas.

Helena Amaro - Diário de Leiria

terça-feira, 23 de março de 2010

Poema de Manuel da Silva sobre a Lenda de Amor

Noutros tempos houve um rei
Chamado ele D. Dinis
Era Rei de Portugal
Senhor dos Campos do Lis.

Como tinha seus escravos
Nas terras a trabalhar
Ele vinha de quando em quando
O seu povo visitar.

Assim ele desbravou
As terras então abandonadas
O seu povo se habituou
E hoje são cultivadas.
Por isso ele foi nomeado El-Rei o Lavrador

Que encontrou cá nesta terra
Uma amante, seu amor.
E foi daí que nasceu Este Amor sem igual
Com este nome não existe
Outra terra em Portugal.

Manuel da Silva (poeta da aldeia de Amor)

domingo, 13 de abril de 1986

Poema “Como nasceu a aldeia de Amor” Manuel da Silva, Abril de 1986

(…) Muitos párocos a freguesia teve
De tantos que não há memória
E nem tão pouco existe
Um livro com sua história

Sabe-se que houve um padre Pedro
Que muitos anos paroquiou
E que quando ele morreu
Um padre Seiça o continuou

A igreja era pequena
E então foi demolida
E em mil novecentos e Setembro
A maior foi construída

Foi no tempo do padre Seiça
Que ela foi começada
E no tempo do Padre Margalhau
A igreja foi acabada

De 1908 a 1952
Foi o tempo que ele mandou
Veio depois o Padre Curado
Que no seu lugar continuou
Logo que ele se foi embora
Veio outro para o seu lugar
O Reverendo Padre Marques
Que hoje está a paroquiar
(…)

in SILVA, Manuel da, Verdades históricas da Freguesia de Amor, 1988 p. 95-105.
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