terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Despiste de viatura mata jovem de Amor

Acidente mortal ocorreu no domingo de madrugada, na Estrada Nacional 109, em Ortigosa.
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Filipe Alexandre Góis Afonso tinha apenas 30 anos quando perdeu a vida num acidente de viação. O jovem estaria de regresso a casa, após uma festa, quando se despistou, na madrugada de domingo, na Estrada Nacional 109 (EN109), em Ortigosa, no concelho de Leiria.
A viatura seguia no sentido Figueira da Foz-Leiria, tendo-se despistado na curva antes de chegar ao quartel dos Bombeiros Voluntários da Ortigosa. “Foi na curva ao pé do quartel dos bombeiros.

sábado, 31 de agosto de 2013

Mulher de Amor perde a vida em acidente de viação

Dois veículos ligeiros estiveram envolvidos num aparatoso acidente que resultou na morte de Georgina Góis, de 78 anos. A colisão ocorreu ontem na Estrada Nacional 109, no Picoto.
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Pouco faltava para as 09h00 de ontem quando Eduardo Carreira Silva ouviu um estrondo que mais tarde viria a descobrir ser do embate entre dois veículos ligeiros de passageiros.
A trabalhar numa empresa de fabrico e venda de churrasqueiras e fornos na localidade de Picoto, junto à Estrada Nacional 109 (EN 109), o homem diz não ter testemunhado o momento da colisão, mas foi dos primeiros a chegar ao local do acidente que vitimou Georgina Domingues Góis, de 78 anos, residente em Barreiros, na freguesia de Amor, e deixou feridos o marido, Carlos Martins, da mesma faixa etária, e a ocupante do outro veículo.
 
Bárbara Vieira - Diário de Leiria

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Rui Patrício regressou á escola

Ainda antes de ser uma estrela do futebol nacional, e quando ainda representava o SCL Marrazes nos escalões jovens, Rui Patrício frequentou entre o 5º e o 7º ano de escolaridade o Colégio Dinis de Melo. Pois foi assim uma visita a um local que bem conhece , a do agora guardião da Seleção Nacional, que no passado dia 6 de Maio visitou as instalações do Colégio e conviveu durante todo o dia com alunos e professores.

sábado, 2 de março de 2013

Lobitos de Amor partilham tartaruga à semana

Uma semana em casa de cada um com a responsabilidade de alimentar o réptil, mudar a água do aquário e partilhar a experiência em família. É este o objetivo da tartaruga comunitária que 25 escuteiros do Agrupamento 1166 de Amor, em Leiria, possuem.
A ideia surgiu em outubro passado com a finalidade de dotar os mais novos de alguma responsabilidade, disciplina e interação entre o grupo. “Pensámos em arranjar um animal de estimação que todos pudessem partilhar, que não desse muito trabalho e as crianças gostassem”, explica Cristina Crespo, responsável da Alcateia 21, da secção Lobitos do agrupamento, justificando a escolha da tartaruga.
Com inspiração na história do Livro da Selva, obra que simbolicamente guia os Lobitos, na sua ligação ao ar livre e à exploração da natureza, o animal foi adotado com o nome Mowgli, o mesmo da personagem do menino lobo da história infantil.
Sábado, Mowgli dirá adeus a uma família e irá conhecer outra e uma nova casa por mais oito dias.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Os Lobitos do Agrupamento de escuteiros 1166, de Amor, em Leiria, adotaram uma tartaruga como animal de estimação. Chama-se Mowgli e passa uma semana em casa de casa escuteiro.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Colchas furtadas dos jazigos dos cemitérios de Amor

A situação é inédita na região, os objetos furtados não têm valor e desconhece-se o motivo dos atos de vandalismo que atingiram três jazigos nos cemitérios de Amor e Coucinheira, freguesia de Amor, no fim de janeiro.
“Não me lembro de alguma vez ter acontecido uma coisa assim”, diz Jaime Alexandre, elemento da autarquia responsável pelos cemitérios e proprietário de uma funerária.
O alerta foi dado na quarta-feira de manhã, dia 30 de janeiro, por uma das proprietárias de um dos jazigos no cemitério de Amor, e a participação repe­tiu-se no sábado, dia 2 de fevereiro, no cemitério de Coucinheira. A entrada dos túmulos foi arrombada e do seu interior foram furtadas quatro colchas.
Fonte da GNR de Leiria confirmou o furto dos objetos do interior dos jazigos e revelou “não ter conhecimento de situações análogas” na área de responsabilidade daquela força de segurança.
Para o agente funerário Gonçalo Seco, o roubo é “estranho”, já que as colchas “não têm valor comercial”. “Os familiares optam por cobrir as urnas, por ser prática comum, mas os tecidos utilizados não têm valor. Podem até ser comprados numa retrosaria e adaptados à urna”, explica, admitindo ser mais frequente o roubo de peças metálicas de urnas ou sepulturas.
“As colchas terão apenas um valor sentimental”, conclui.
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